O processo de Elon Musk acusando a potência da IA OpenAI de violar seu estatuto para funcionar como uma organização de caridade foi rejeitado por unanimidade por um júri federal.
O júri de nove membros decidiu na segunda-feira que a alegação de Musk contra a OpenAI e os executivos Sam Altman e Greg Brockman alegando uma “quebra de fundo de caridade” foi barrada pelo estatuto de limitações. Musk também acusou a Microsoft, um grande investidor da OpenAI, de “ajudar e encorajar” a violação do fundo de caridade da OpenAi; essa reivindicação da mesma forma foi considerada pelo júri como prescrita pelo prazo de prescrição.
Musk – atualmente o indivíduo mais rico do mundo, com um patrimônio líquido estimado em mais de US$ 800 bilhões – processou a OpenAI em março de 2024, alegando que a empresa abandonou sua missão original sem fins lucrativos de beneficiar a humanidade em favor de maximizar os lucros para a Microsoft. Musk entrou com uma ação relacionada em novembro de 2024 buscando bloquear a conversão da OpenAI em uma entidade com fins lucrativos. Em seu processo, Musk chamou a mudança da OpenAI de “uma história clássica de altruísmo versus ganância”.
Musk forneceu financiamento inicial para OpenAI e pediu US$ 150 bilhões em indenização. Musk também queria que Altman fosse removido do conselho de administração da OpenAI e procurou que a OpenAI fosse revertida para uma empresa sem fins lucrativos.



