Tem vindo a crescer o ímpeto para o governo enfrentar os generosos incentivos fiscais duplos da alavancagem negativa e do desconto da CGT, depois de um inquérito do Senado liderado pelos Verdes em Março ter apoiado o que alguns críticos disseram – as duas concessões são falhas e beneficiam os investidores em detrimento dos compradores de primeira habitação.
E embora o governo não tenha confirmado que estas alterações estarão no orçamento, também não as descartou, apesar de lhe terem sido dadas muitas oportunidades para o fazer.
Os defensores das políticas, como a Housing Industry Association, acreditam que as mudanças podem agravar a crise dos arrendamentos, ao desencorajarem o investimento imobiliário durante uma crise imobiliária.
Contudo, o governo está a enquadrar as suas políticas orçamentais em termos sociais, argumentando que as mudanças são necessárias para resolver a desigualdade intergeracional.
“Temos… temos sérios desafios no mercado imobiliário no que diz respeito à dificuldade que é para as pessoas, especialmente os jovens, conseguirem uma posição firme no mercado”, disse Chalmers no domingo.



