O novo documentário “Hulk Hogan: Real American” da Netflix é principalmente um olhar muito positivo sobre a vida da lenda do wrestling, mas também é um mergulho tão cru em seus principais altos e baixos como já tivemos.
Ouvimos Hogan, cujo nome verdadeiro é Terry Bollea, ficar emocionado demais para falar sobre o suicídio de seu irmão – lamentando não tê-lo levado com ele em vez de apenas dar-lhe o dinheiro que ele precisava – e a única vez que ele mesmo pensou nisso.
Isso é o máximo que ouvimos de Bollea, em paz por não precisar mais proteger a personalidade de Hulk Hogan como ele fez no passado. Vemos dentro da família Bollea e dele como um pai através de filmes caseiros nunca antes vistos e ouvimos sobre a dor que seu divórcio de sua primeira esposa, Linda, lhe causou, já que ele também estava lidando com a dor física causada por seus ferimentos nas costas. Isso o levou a uma espiral descendente da qual sua terceira esposa, Sky, o tirou antes de sua morte, aos 71 anos, em julho.
No documentário, Hogan expressa arrependimento várias vezes por não ter se preparado e imediatamente assumido a responsabilidade por seus erros e fracassos mais tarde na vida, em vez de tentar bancar o spin doctor e dar desculpas para salvar sua imagem – o que acabou causando quase tanto dano quanto as próprias ações. Caberá a cada espectador acreditar e perdoá-lo ou não.



