CHICAGO – Foi há vinte e poucos anos quando participei de uma viagem espetacularmente malsucedida do Mets em andamento, e o futuro membro do Hall da Fama Mike Piazza olhou para mim e brincou: “Ah, vejo que você pegou carona no Titanic”.
Não me lembro das circunstâncias exatas daquele time fracassado do Mets, mas de jeito nenhum foi pior do que o que está acontecendo com este clube do Mets de US$ 365 milhões agora. Esses caras estão entrando na água, e rápido, e precisam de cerca de 26 coletes salva-vidas – mais incluindo os caras da lista de feridos, e Jorge Polanco, que adicionou uma torção no pulso ao tendão de Aquiles, pode em breve se juntar a Juan Soto e companhia lá.
A nona derrota consecutiva do Mets na sexta-feira no Wrigley Field, aquela que tornou sua mais longa seqüência de derrotas desde 2004, foi sentida quando o home run de três corridas do novato do Cubs, Moises Ballesteros, contra Kodai Senga, se acomodou na cesta do campo esquerdo cerca de 15 minutos após a derrota do Mets por 12-4.
“Precisamos ser capazes de fazer um jogo consistente aqui, onde estejamos dando o nosso melhor, com titulares, jogando na defesa, ofensivamente”, disse o técnico do Mets, Carlos Mendoza. “Isso tem que começar.”



