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Matheus Cunha se tornou o trunfo tático de Carlo Ancelotti para o Brasil e voltou a ocupar uma nova posição contra a Croácia.
O Brasil superou o segundo jogo da pausa internacional com uma vitória por 3 a 1 sobre a Croácia, depois de perder para a França no primeiro jogo.
Matheus Cunha atuou como atacante/ala na derrota para a França e atuou em mais uma nova posição na vitória contra a Croácia.
O atacante do Man Utd esteve ótimo contra a Croácia, e a recente experiência de Carlo Ancelotti pode ser um impulso para Carrick.
Foto de MIGUEL J RODRIGUEZ CARRILLO / AFP via Getty Images
Qual jogador do Manchester United irá mais longe na Copa do Mundo?
E até onde eles chegarão?
Foto de Alex Davidson – The FA/The FA via Getty Images
O papel altruísta de Matheus Cunha no meio-campo pelo Brasil
Enxertador e corredor não são dois termos que você geralmente usaria para descrever o estilo de jogo de Cunha.
No entanto, seu ritmo de trabalho melhorou imensamente desde que chegou a Old Trafford, e é também por isso que ele começou a florescer jogando como ala sob o comando de Michael Carrick.
Depois de impressionar em um ataque dividido contra a França, Ancelotti aumentou o desafio para Cunha, colocando-o no lado esquerdo de um meio-campo três contra a Croácia.
Ele ficou atrás de Vinicius Jr e foi encarregado de correr para o atacante do Real Madrid sem a bola e depois atacar pelo canal esquerdo com a posse de bola.
Cunha fez muitas recuperações durante o jogo para preencher as lacunas da defesa, e seu passe longo do fundo do seu próprio meio-campo resultou em um gol para o Brasil.
Em apenas uma partida, Cunha mostrou o cara trabalhador e armador de seu jogo em rápido desenvolvimento, somando-se às opções táticas de Ancelotti.
A imprensa brasileira elogiou os seus esforços ‘móveis’ após o jogo, e a abnegação com que executou as instruções tácticas de Ancelotti deverá encher Carrick de muita confiança.
O novo papel de Cunha é um impulso para Michael Carrick
A passagem de Cunha como atacante contra a França foi um impulso para Carrick, assim como sua nova função no meio-campo.
Qual o seu veredicto sobre a temporada de estreia de Matheus Cunha pelo Man United?
GettyImages
O brasileiro sempre teve aquelas qualidades independentes de virar o jogo com um momento de magia, mas agora está adicionando enxerto a isso.
O facto de Ancelotti confiar a Cunha um papel altruísta no meio-campo diz muito sobre como o “dissidente” dos Lobos se tornou o talismã da sua equipa.
Quando a qualidade com a bola se alia ao trabalho com ela, você passa de um dissidente a alguém como Bruno Fernandes, que dá o exemplo.
Carrick acaba de receber outro talismã em seu time do Man Utd devido à evolução de Cunha de um dissidente temperamental para um talismã enxertado.
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