WASHINGTON (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que a China realizou o que se acredita ser “o maior comprometimento de dados eleitorais da história” por parte da China, começando durante o ciclo eleitoral de 2020.
O compromisso, disse a Casa Branca, resultou na aquisição pela China de 220 milhões de arquivos de eleitores dos EUA.
“Esta perda de dados representa um pesadelo de segurança eleitoral sem precedentes”, disse Trump.
Um porta-voz da Embaixada da China em Washington disse que Pequim “nunca e nunca irá interferir nas eleições presidenciais dos EUA”
Uma avaliação não classificada da comunidade de inteligência dos EUA em 2021 não encontrou nenhuma indicação de que qualquer ator estrangeiro tenha tentado ou conseguido alterar “qualquer aspecto técnico” da votação para as eleições presidenciais de 2020, incluindo registros eleitorais, cédulas, tabulações ou resultados.
A avaliação foi conduzida por John Ratcliffe, então diretor de inteligência nacional de Trump e agora seu diretor da CIA.
A capa dizia que a versão confidencial foi transmitida a Trump, membros seniores de sua administração, líderes do Congresso e comitês de inteligência em 7 de janeiro de 2021, dias antes do término de seu primeiro mandato.
(Reportagem de Nandita Bose e Jasper Ward em Washington; Edição de Caitlin Webber)