Tribunal ouve argumento sobre decisão dos Estados de pausar fusão entre Paramount e Warner Bros.

Uma juíza ouviu na sexta-feira argumentos sobre a proposta de uma coalizão estadual por uma ordem de restrição para interromper a fusão Paramount-Warner Bros. Discovery e disse que emitiria uma decisão na próxima quarta-feira.

A juíza Araceli Martinez-Olguin sugeriu a certa altura que a Paramount havia admitido que não sofreria danos se uma ordem de restrição temporária fosse concedida, o que colocaria a fusão em espera por até 28 dias.

Jeffrey Kessler, defendendo a Paramount, deixou claro que a empresa está mais focada em obter uma decisão sobre uma liminar até o início de setembro. Ele se ofereceu para estipular que o acordo não será fechado nos próximos 30 dias se as partes concordassem com uma audiência sobre a moção de liminar no final de agosto.

A partir de 30 de setembro, a Paramount terá que pagar aos investidores US$ 7 milhões por dia se o negócio não for fechado – um prazo importante no caso.

A Paramount já havia prometido não fechar a transação antes de 22 de julho.

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