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Enquanto Trump pede um acordo, o presidente cubano adverte que o país se defenderá “até à última gota de sangue”

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Enquanto Trump pede um acordo, o presidente cubano adverte que o país se defenderá “até à última gota de sangue”

Cuba enfrenta colapso enquanto o petróleo venezuelano seca

Joseph Hernandez, um imigrante cubano e candidato a controlador de Nova Iorque, partilha a experiência da sua família ao fugir da Cuba comunista e discute o futuro incerto do país após a captura de Maduro, enfatizando a sua dependência do petróleo da Venezuela.

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O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, declarou no domingo que a nação insular se defenderia “até a última gota de sangue”, respondendo à pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, para chegar a um acordo com Washington.

O presidente Trump falou sobre Cuba num post do Truth Social no início do dia, instando que “eles façam um acordo, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS”.

“Aqueles que culpam a Revolução pelas graves carências económicas que sofremos deveriam calar a língua por vergonha. Porque sabem disso e reconhecem-no: são fruto das medidas draconianas de extremo estrangulamento que os EUA nos aplicam há seis décadas e agora ameaçam ultrapassar”, escreveu o cubano no X, segundo uma tradução do post em espanhol.

“#Cuba é uma nação livre, independente e soberana. Ninguém dita o que fazemos. Cuba não agride; é agredida pelos Estados Unidos há 66 anos e não ameaça; prepara-se, pronta para defender a Pátria até a última gota de sangue”, escreveu em outro post, segundo a tradução.

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O presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, gesticula durante a segunda sessão plenária da cúpula do BRICS no Rio de Janeiro, Brasil, em 6 de julho de 2025. (PABLO PORCIÚNCULA/AFP via Getty Images)

O deputado norte-americano Carlos Gimenez, republicano da Flórida, que nasceu em Cuba, respondeu à postagem da figura estrangeira.

“Vocês, ditadores, capangas e algozes da nação cubana, pensam que são os donos da ilha. Não lhes resta muito tempo”, declarou, segundo a tradução de sua postagem, também escrita em espanhol.

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O deputado Carlos Gimenez, R-Fla, fala durante a conferência de imprensa da Conferência Hispânica do Congresso no Capitólio dos EUA na terça-feira, 25 de março de 2025. (Bill Clark/CQ-Roll Call, Inc via Getty Images)

Trump declarou em uma postagem do Truth Social no domingo: “Cuba viveu, por muitos anos, com grandes quantidades de PETRÓLEO e DINHEIRO da Venezuela. Em troca, Cuba forneceu ‘serviços de segurança’ para os dois últimos ditadores venezuelanos, MAS NÃO MAIS! A maioria desses cubanos estão MORTOS no ataque dos EUA nas últimas semanas, e a Venezuela não precisa mais de proteção contra os bandidos e extorsionistas que os mantiveram como reféns por tantos anos.

“A Venezuela tem agora os Estados Unidos da América, os militares mais poderosos do mundo (de longe!), para protegê-los, e nós o faremos. NÃO HAVERÁ MAIS PETRÓLEO OU DINHEIRO PARA CUBA – ZERO! Sugiro fortemente que façam um acordo, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS”, alertou.

ULTIMATO DE TRUMP PARA CUBA: ‘FAÇA UM ACORDO, ANTES QUE SEJA TARDE’ OU ENFRENTE AS CONSEQUÊNCIAS

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O deputado Gimenez agradeceu ao presidente.

“Nasci em Cuba e fui forçado a sair de casa logo após a tomada do poder comunista. Hoje, represento minha comunidade no Congresso. Obrigado, presidente Trump, primeiro a Venezuela e a seguir será Cuba. Seremos eternamente gratos. Nosso hemisfério deve ser o hemisfério da liberdade”, escreveu o legislador em um post no X.

Alex Nitzberg é redator da Fox News Digital.

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