Os dados extraídos de um backup do iCloud desempenharam um papel fundamental na descoberta de um esquema de lavagem de dinheiro de US$ 320 milhões no Brasil, levando à prisão de vários influenciadores e músicos. Aqui estão os detalhes.
Em outubro passado, a Polícia Federal (PF) brasileira prendeu o contador Rodrigo Morgado durante uma investigação sobre suposta lavagem de dinheiro e tráfico internacional de drogas.
Como parte da operação, os investigadores obtiveram acesso ao backup iCloud de Morgado, que ajudou a descobrir um suposto esquema separado de lavagem de dinheiro de US$ 320 milhões e resultou em 39 mandados de prisão, além de 45 ordens de busca e apreensão em oito estados e no Distrito Federal.
Entre os presos estavam os músicos MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além de dois influenciadores com 42 milhões de seguidores no Instagram.
Segundo o G1, a lista de supostos crimes da nova investigação inclui “apostas ilegais, sorteios clandestinos, tráfico internacional de drogas, empresas de fachada, procurações, criptografia e transferências para o exterior”.
O G1 afirma ainda que o contador Rodrigo “depositava grande confiança na segurança do iCloud, o que acabou permitindo que a Polícia Federal mapeasse toda a organização”.
Com as novas prisões, as autoridades brasileiras emitiram mais uma rodada de mandados para contas em nuvem, incluindo iCloud e Google Drive, bem como para dados armazenados em dispositivos apreendidos durante a operação.
Como lembrete, a Apple, como outras empresas de tecnologia, cumpre regularmente os mandados governamentais em todo o mundo, desde que as autoridades “sigam as leis e estatutos aplicáveis ao solicitar informações e dados dos clientes”.
A empresa publica detalhes sobre como lida com essas solicitações por meio de seu hub Transparency Report, sobre o qual você pode ler mais aqui.
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