Fizz aposta que a Geração Z está cansada de fazer lives no Instagram e no TikTok.
O que começou como uma frustração de bate-papo em grupo na era da pandemia se transformou na plataforma social dominante nos campi universitários dos EUA, focada em 99% da vida que não chega aos destaques. Captando a atenção de um grupo demográfico normalmente colado ao Instagram e ao TikTok, o modelo anônimo híbrido e o foco hiperlocal do aplicativo tornaram-no o que Solomon chama de “o maior aplicativo social universitário desde o Facebook”.
Hoje estamos trazendo para vocês uma conversa que Dominic Madori Davis teve com o cofundador e CEO da Fizz, Teddy Solomon, no Disrupt deste ano, investigando por que ele acha que a mídia social deixou de ser social.
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