O processo acusa a Apple de ter enganado os investidores sobre o cronograma e a disponibilidade de seus recursos Apple Intelligence e Siri, bem como em relação ao caso da Epic Games. Aqui estão os detalhes.
Apple nega alegações de fraude
Como relatou a Reuters:
“A Apple instou um juiz federal a rejeitar uma proposta de ação coletiva alegando que ela fraudou os acionistas duas vezes, ao exagerar as capacidades de inteligência artificial de seu assistente de voz Siri e ao representar falsamente sua conformidade com uma liminar que rege as comissões sobre vendas de aplicativos.”
Em seu processo, a Apple supostamente argumenta que “não havia nenhuma prova de que, ao discutir IA em uma conferência de junho de 2024, sabia que demoraria mais do que o esperado para incorporar dois recursos avançados de IA no Siri, potencialmente prejudicando as vendas do iPhone 16”.
Curiosamente, a moção da Apple também aborda o litígio da Epic Games. A segunda alegação de fraude centra-se nesse caso, especificamente no declínio das ações que se seguiu à conclusão da juíza Yvonne Gonzalez Rogers de que a Apple violou a sua liminar original exigindo alterações nas regras de comissão da App Store.
O relatório observa que a defesa da Apple afirma que a empresa “não forneceu nenhuma garantia de que seus procedimentos projetados para cumprir (a) liminar de 2021 (…) seriam infalíveis”.
De acordo com a Reuters, os accionistas demandantes são liderados pelo Serviço Nacional de Pensões da Coreia do Sul, o terceiro maior fundo de pensões do mundo, com quase 1 bilião de dólares em activos.
Como parte da defesa da Apple, a equipe jurídica da empresa teria dito que, embora suas ações “enfrentassem desafios e resistissem a altos e baixos” em 2025, seria um “salto enorme e sem suporte” alegar que cometeu fraude em títulos.
Para ler o relatório completo da Reuters, siga este link.
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