O Instituto de Ciências Médicas da Índia (AIIMS) Bhopal alcançou outro marco significativo no campo da pesquisa médica, pois os médicos identificaram uma glândula especial localizada na região nasofaríngea. Durante a pesquisa, os médicos do instituto encontraram uma glândula especial localizada na região nasofaríngea, situada atrás do nariz e na parte superior da garganta do ser humano.
“Além disso, os médicos do AIIMS também demonstraram claramente o ducto que emerge desta glândula, sobre o qual não havia informações anteriores disponíveis. Esta descoberta marca um novo e importante passo na compreensão da estrutura do corpo humano”, afirmou o instituto num comunicado na sexta-feira.
Toda a pesquisa foi conduzida por um grupo de seis médicos seniores, Sunita Arvind Athavale, Sheetal Kotgirwar, Manal M. Khan, Anshul Rai, Deepti Joshi e Rekha Lalwani, de acordo com uma nota de imprensa da AIIMS Bhopal. Através de estudo detalhado e exame microscópico, a equipe esclareceu a localização, o tamanho da glândula e sua relação com os órgãos vizinhos.
É importante ressaltar que pela primeira vez o ducto de drenagem desta glândula também foi confirmado, comprovando que se trata de fato de uma glândula independente. A pesquisa foi publicada na prestigiosa revista internacional Journal of Anatomy, altamente respeitada no campo das ciências anatômicas.
“O estudo foi aceito após minuciosa revisão especializada, estabelecendo sua confiabilidade científica. Esta descoberta beneficiará diretamente os pacientes. Uma melhor compreensão desta região do nariz e da garganta permitirá cirurgias de cabeça e pescoço mais seguras e precisas. Também ajudará no planejamento do tratamento do câncer e na radioterapia”, afirmou.
Sobre esta conquista, o diretor executivo e CEO do AIIMS Bhopal, Madhabananda Kar, parabenizou a equipe de pesquisa e disse que tais estudos refletem a excelência e a capacidade de pesquisa multidisciplinar do instituto. Ele afirmou que esta descoberta ajudará a melhorar a precisão e a segurança das cirurgias de cabeça e pescoço, planejamento de tratamento de câncer, radioterapia e detecção de doenças por meio de imagens médicas, beneficiando diretamente os pacientes.
“Esta conquista prova que mesmo em partes do corpo humano que têm sido estudadas há muito tempo, informações novas e importantes ainda podem surgir. Esta descoberta marca um passo significativo e inspirador no campo da ciência médica”, disse Kar.
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