Com a maior parte do texto entendido como resolvido para um potencial acordo entre a UE e a Austrália, o acesso ao mercado para a carne bovina e outros produtos agrícolas permanece em cima da mesa, juntamente com as exigências da UE sobre as IG, com o bloco a pressionar os produtores australianos a deixarem de usar nomes como parmesão, feta e Prosecco, como tem exigido nos acordos com o Canadá, a Nova Zelândia e agora o Mercosul e a Índia.



