Muitos meios de comunicação criticaram o criador de quadrinhos de Dilbert, Scott Adams, após sua morte de câncer na terça-feira, rotulando-o de “polêmico” e “racista”.
O New York Times, por exemplo, divulgou um alerta de notícias de última hora dizendo que Adams, que faleceu na terça-feira, “fez comentários racistas em seu podcast”.
O obituário do Times continuou esse ataque ao retratar Adams, que anunciou seu diagnóstico de câncer em maio, como furioso por ter perdido amigos e oportunidades por apoiar Donald Trump.
A revista People também adotou o ângulo “racista”, com um subtítulo dizendo “’Dilbert’ foi retirado de ampla circulação após o discurso racista de Adams em 2023”.
Junto com eles, o Washington Post insistiu que Adams era um comentarista político de “extrema direita”.
Claro, Adams não era nada disso. Ele era um conservador bastante anódino que defendia visões conservadoras regulares, e não nada de “extrema direita”.
Adams tinha milhões de fãs que lamentam a perda do criador de Dilbert.
A Casa Branca divulgou uma homenagem a Adams.
Adams se preparou para se converter ao cristianismo em suas últimas horas de vida.
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