QUERIDA ABBY: Sou casado e feliz há 28 anos, mas não tenho intimidade com minha esposa há oito anos. Tudo parou quando priorizamos a criação de nossos (quatro) filhos. Tínhamos tido intimidade regularmente durante 20 anos, até que lentamente desapareceu e depois parou.
Tentei de quase tudo e tive muitas conversas com minha esposa; nada mudou. Não tentei aconselhamento porque não acho que ela aceitaria. Algum conselho? Sinto que estou sem opções. Não quero me desviar, mas sinto que estou sendo puxado para isso. – MENOS FELIZ NA PENSILVÂNIA
CARO MENOS FELIZ: Diga à sua esposa que oito anos é tempo suficiente para um homem casado permanecer celibatário e pergunte o que ela prefere: aconselhamento matrimonial ou divórcio. Trair não é a resposta. Existem remédios para a falta de libido, mas nenhum pode ser explorado se vocês dois não estiverem se comunicando.
QUERIDA ABBY: Meu filho vai se casar no ano que vem. Ele e sua futura esposa são extremamente religiosos. Minha filha (sua irmã) também está noiva – de uma mulher maravilhosa. Por causa do relacionamento lésbico da minha filha, meu filho não planeja convidar a noiva da irmã para o casamento, dizendo que seus valores não se alinham. (Se ele não se sentisse obrigado, também não convidaria a irmã.) Estou arrasado com isso. Isso é desrespeitoso com minha filha e sua noiva. Quais são seus pensamentos? – MÃE DIVIDIDA EM NOVA IORQUE
QUERIDA MÃE: Sinto muito pela sua dor. O meu “pensamento” é que as convicções religiosas do seu filho já criaram uma ruptura na família. Claro que isso é um desrespeito com a irmã e a noiva dela, mas é assim que seu filho pretende viver o resto da vida. Pessoalmente, acho que sua filha deveria recusar educadamente o convite, caso recebesse um. Olhando para o futuro, você deve se preparar para socializar separadamente com ela e sua futura esposa e seus amigos, que formarão sua família “escolhida”.
QUERIDA ABBY: Falta cerca de um mês para adotar oficialmente minha sobrinha-neta de 7 anos. Adotei seu meio-irmão há 10 anos. A mãe dela faleceu no ano passado. Seu pai está na prisão e lá permanecerá até ela completar 18 anos.
Eu gostaria de mudar o nome do meio dela, mas estou preocupado que ela fique ressentida comigo por isso no futuro. O primeiro nome dela não mudaria e o sobrenome dela já é igual ao meu. Seu nome do meio não é muito sofisticado. Ela continua mudando de ideia sobre querer mudar isso. O que devo fazer? Quero prepará-la para o sucesso mais tarde na vida. – TIA-AVÓ NO COLORADO
QUERIDA TIA-AVÓ: Diga à sua sobrinha-neta que, por ela ser ambivalente quanto à mudança do nome do meio, você acha que seria apropriado adiar a discussão até ela completar 18 anos. Ela pode querer escolher um para si mesma e, assim, terá bastante tempo para se decidir.
Dear Abby foi escrita por Abigail Van Buren, também conhecida como Jeanne Phillips, e foi fundada por sua mãe, Pauline Phillips. Entre em contato com Dear Abby em www.DearAbby.com ou PO Box 69440, Los Angeles, CA 90069.



