CALGARY, Alberta – A ironia nos comentários de Patrick Roy após a derrota dos Islanders por 4 a 2 para o Flames no sábado é que Roy pode citar análises publicamente mais do que qualquer outro técnico da liga.
Neste dia, porém, depois de ser questionado se sua primeira tentativa de goleiro tinha alguma coisa a ver com o que as estatísticas lhe diziam – (narrador: tem) – Roy não quis ouvir sobre os números.
“Acredito que vamos vencer o jogo”, disse Roy sobre seus motivos para ir para a rede vazia faltando oito minutos para o fim do tempo regulamentar, com seu time perdendo por 4-1. “Não estou fazendo isso para análise. Vou dar um exemplo: hoje à noite você está olhando para os gols esperados. O primeiro, há uma gorjeta, eles dão 0,20 e alguma coisa. Isso nunca atingiu a rede. O wraparound eles deram 0,17, que nunca atingiu a rede.
Patrick Roy grita instruções durante a derrota dos Islanders para os Winnipeg Jets em 13 de janeiro de 2026. PA
“Portanto, não dou a mínima para análises, para ser honesto com você.”
Roy não tem feito o goleiro incomumente precoce este ano com frequência, em grande parte porque seu time não tem perdia por gols suficientes para justificá-lo.
A mudança faz parte de seu cálculo há muito tempo e chamou a atenção já em sua primeira passagem como treinador da NHL com o Avalanche, há uma década.
O pensamento por trás disso é, curiosamente, baseado em análises, que o próprio Roy já explicou antes.
No sábado, ele parecia pensar que a questão era se ele estava tentando aumentar o número de gols esperados dos Islanders, em vez de se as análises mostram que a puxada inicial do goleiro aumentaria suas chances de vitória.
Os Islanders finalmente fizeram o 4-2 com a rede vazia, mas não conseguiram fazer muito mais do que isso, mesmo depois de um power play tardio.



