O chefe do Wireless Festival pediu ao público que ‘perdoasse’ Kanye West enquanto ele defendia a contratação do desgraçado rapper como atração principal.
Vários dos patrocinadores do festival retiraram-se em meio à crescente fúria por contratar West, na sequência de vis comentários anti-semitas, e o primeiro-ministro até expressou as suas preocupações.
Mas Melvin Benn, diretor administrativo do Festival Republic, a empresa por trás da Wireless, recusou-se a recuar – explicando que superou os sentimentos iniciais de “repulsa” com a ideia de West se apresentar.
Ele sublinhou numa declaração esta noite a importância do “perdão e de dar às pessoas uma segunda oportunidade”, e instou o público a reconsiderar a sua reacção instintiva.
PayPal e Rockstar Energy Drinks lavaram as mãos no festival deste ano na segunda-feira, seguindo o exemplo da Pepsi e da gigante de bebidas Diageo no domingo.
Isto mergulhou o festival no caos, deixando-o sem um patrocinador principal e com a perspectiva de uma série de outras empresas retirarem o seu apoio.
A intervenção de Benn parece ser uma tentativa de evitar o desastre, embora, incrivelmente, ele não tenha cedido à pressão para remover West da escalação.
Abordando a história recente do rapper de discursos e letras anti-semitas vis, o Sr. Benn disse: ‘O que Ye disse no passado sobre os judeus e Hitler é tão abominável para mim quanto é para a comunidade judaica, o primeiro-ministro e outros que comentaram e – acreditando em sua palavra – para Ye agora também.’
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O Wireless Festival foi alvo de críticas intensas por contratar Kanye West como atração principal
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