Corado.
O banheiro com defeito a bordo do Artemis II, o segundo vaso sanitário mais caro já construído, custou aos contribuintes americanos US$ 23 milhões.
Os cientistas da NASA levaram seis anos para criar dois dos tronos de titânio impressos em 3D, oficialmente chamados de Sistema Superior de Gerenciamento de Resíduos.
O primeiro modelo, que custou US$ 11,5 milhões, foi instalado na Estação Espacial Internacional em 2020.
Cientistas da NASA trabalham arduamente para projetar a cômoda avançada de US$ 23 milhões que é
atualmente a bordo do Artemis II. James Blair/NASA
O luxuoso banheiro melhorou os designs menos higiênicos das naves espaciais anteriores, substituindo os sacos plásticos por um sistema de sucção que mantém os resíduos armazenados de forma segura e limpa.
Apesar do preço, a mangueira de urina do Sistema Superior de Gerenciamento de Resíduos apresentou defeito após a decolagem na terça-feira. O problema foi rapidamente resolvido pelos astronautas a bordo.
O cagar destinado à lua fica um pouco aquém de ser o sistema de banheiro mais caro já construído.
A disposição do banheiro Artemis II que apresenta um nível de privacidade desconhecido
às gerações anteriores de viajantes espaciais. Agência Espacial Canadense
O sistema de coleta de resíduos do ônibus espacial Endeavour, que estreou em 1992, custou cerca de US$ 30 milhões para ser criado e instalado, de acordo com o Livro Guinness de Recordes Mundiais. Ajustado pela inflação, isso seria pouco menos de US$ 70 milhões em 2026.
Existem atualmente 10 banheiros avançados no espaço sideral, com o penico muito portátil do Artemis II juntando-se a quatro na Estação Espacial Internacional, dois na estação espacial Taingong da China e um em cada uma das naves Soyuz, Crew Dragon e Shenzhou, informou a Popular Science.



