Uma mulher do Novo México é acusada de dar à luz em um banheiro portátil e de descartar sua filha no tanque de retenção, resultando na morte do recém-nascido.
Sonia Cristal Jimenez, 38, de Las Cruces, é acusada de crime de primeiro grau por abuso infantil intencional, resultando em morte, informou o KFOX14 na quarta-feira.
A equipe do Memorial Medical Center ligou para a polícia na noite de 7 de fevereiro para relatar que Jimenez chegou ao hospital e parecia ter acabado de dar à luz, mas não tinha um filho com ela.
O namorado de Jimenez disse que a dupla já esteve em Burn Lake e que ela usou um banheiro portátil, segundo a polícia.
Os policiais de Las Cruces foram para Burn Lake, onde finalmente encontraram o recém-nascido falecido no tanque de retenção do banheiro portátil, segundo o relatório. Os bombeiros de Las Cruces recuperaram o corpo da menina do tanque de retenção.
“Os investigadores acreditam que Jimenez deu à luz um bebê vivo, cortou o cordão umbilical e colocou a criança no tanque de retenção, onde ela se afogou”, segundo o relatório.
O escritório do investigador médico do Novo México, em Albuquerque, realizou uma autópsia na segunda-feira e concluiu que a criança estava viva quando foi jogada no banheiro portátil, afirma o relatório, citando autoridades.
A autópsia revelou ainda que o bebê havia inspirado e engolido o líquido químico azul usado para higienização do banheiro. O líquido foi encontrado em sua traqueia, pulmões e estômago, indicando que ela o inspirou e engoliu enquanto ainda estava viva, segundo o relatório.
Os investigadores disseram acreditar que o namorado de Jimenez não sabia que ela havia dado à luz e que nenhuma acusação é esperada contra ele, de acordo com o relatório.
A polícia obteve um mandado para Jimenez e a prendeu na manhã de quarta-feira. Ela foi internada no Centro de Detenção do Condado de Doña Ana e estava detida sem fiança, de acordo com o relatório.



