Kyle Sandilands iniciou oficialmente um processo judicial contra o ex-empregador ARN Media depois que ele rescindiu seu contrato de US$ 100 milhões na semana passada.
Os documentos judiciais foram entregues à Commonwealth Broadcasting Corporation (CBC), uma subsidiária da ARN que detém a licença do KIIS 1065 Sydney e o contrato com a Sandilands, na sexta-feira.
ARN anunciou a notícia em uma atualização do mercado ASX divulgada esta manhã.
O apresentador de rádio Kyle Sandilands iniciou um processo judicial contra o ex-empregador ARN. (Jéssica Hromas)
A equipe jurídica de Sandilands está argumentando que a alegação da ARN de que ele cometeu “má conduta grave” durante uma briga no ar com o co-apresentador Jackie O Henderson é falsa.
Eles argumentam que sua demissão por falta grave é, portanto, inválida.
“Eles alegam que não houve nenhum ato de má conduta grave ou quebra de contrato e que a rescisão foi injusta de acordo com a Lei do Consumidor australiana”, diz o comunicado da ARN.
“Os requerentes buscam uma ordem de execução específica de dois contratos, pagamento de quaisquer valores devidos e pagáveis nos termos dos contratos no momento da sentença, e indenização.”
Jackie O Henderson também foi retirado do ar no mês passado após uma falha no ar. (Instagram/Jackie O)
ARN contesta as alegações de Sandilands e disse que pretende defender o processo.
Poderia ser uma batalha legal cara, visto que se acreditava que ainda havia mais de US$ 80 milhões no contrato de 10 anos da Sandilands.
“Dada a fase inicial do assunto, a ARN não consegue estimar com segurança o resultado ou qualquer impacto financeiro potencial”, afirma o comunicado.
Sandilands anunciou que seu contrato com a ARN foi rescindido na última quarta-feira.
Ele disse em um comunicado na época que planejava tomar medidas legais e alegou que a rede queria uma saída do acordo de US$ 100 milhões com ele.
“Eles pensaram que viram uma chance de rescindir o contrato que assinaram comigo há um ano e aceitaram”, afirmou Sandilands.
Henderson também está considerando uma ação legal depois que ela foi retirada do ar em fevereiro.
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