A entrada de Israel no Festival Eurovisão da Canção foi brevemente impulsionada quando o país subiu ao topo da tabela de classificação no sábado à noite, com a participação do país do Médio Oriente sob maior escrutínio durante as suas guerras em Gaza e no Irão.
Noam Bettan terminou em segundo lugar, atrás da estrela pop búlgara Dara, de 27 anos, na contagem final, mas recebeu um grande número de votos do público depois que o veredicto do júri foi anunciado.
A atuação de Bettan nas semifinais do concurso foi interrompida por cantos pró-palestinos, com vários membros da plateia retirados do local em Viena, na Áustria, no início desta semana.
Israel participa na Eurovisão desde 1973, mas a guerra em Gaza desde finais de 2023 gerou nova oposição à presença do país neste espetáculo extravagante.
Emissoras de Espanha, Irlanda, Eslovénia, Islândia e Holanda retiraram-se da Eurovisão este ano, tornando-o no menor evento em mais de 20 anos.
A emissora irlandesa RTÉ disse que o seu envolvimento na competição seria “injusto, dada a terrível perda de vidas em Gaza e a crise humanitária que existe lá”.
Esta é uma história de última hora. Mais a seguir.