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Homem no leste de Jacarta agride oficial de posto de gasolina ao comprar Pertalite, diz ‘carro do general’ e ‘Kapolda’

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Homem no leste de Jacarta agride oficial de posto de gasolina ao comprar Pertalite, diz 'carro do general' e 'Kapolda'

Terça-feira, 24 de fevereiro de 2026 – 00h11 WIB

Jacarta – Um homem suspeito de ser membro das autoridades alegou que o carro que transportava pertencia a um general, no âmbito de um alegado abuso do operador durante o processo de abastecimento de óleo combustível (BBM) na Estação Pública de Abastecimento de Combustível de Cipinang (SPBU), Pulogadung, Leste de Jacarta (Jaktim).

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“Ele disse: ‘você sabe que este é o código de barras do general? Você não sabe que este é o código de barras do general?’ Ele disse isso muitas vezes”, disse um dos operadores de posto de gasolina que foi vítima de abuso por parte desta pessoa, Lukman Hakim (19), no leste de Jacarta, na segunda-feira.

Segundo Lukman, a suspeita de que o homem fosse policial surgiu de sua própria confissão, que continuou a mencionar altos cargos policiais.

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Estas observações foram feitas durante um debate sobre a incompatibilidade de códigos de barras para a compra de combustível Pertalite.

Lukman admitiu que ficou chocado e assustado quando o cliente mencionou repetidamente a identidade de um policial de alto escalão.

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Ele não apenas disse “general”, o homem também disse a palavra “Kapolda” ao gritar com os policiais.

Essa declaração, disse ele, fez com que o clima no local esquentasse e fez com que os policiais optassem por ter cuidado.

“Pensamos que tínhamos medo de que ele fosse realmente um oficial ou portasse uma arma de fogo (senpi). Então, não ousamos lutar”, disse Lukman.

Na verdade, nos vídeos que circulam, é possível ouvir claramente as palavras “Kapolda” sendo pronunciadas quando ele repreende os policiais.

Outro funcionário do posto de gasolina, Mukhlisin (38), confirmou a narrativa do autor do crime que mencionou “o carro do general”.

Ele disse que essas observações foram a base para alegações de envolvimento de policiais.

“Ele mesmo disse ‘este é o carro do general’. No vídeo também há as palavras ‘Kapolda’ quando ele gritou”, disse Mukhlisin.

Nesse incidente, o autor do crime teria levado a mala da operadora. Porém, os policiais optaram por não lutar para evitar riscos maiores.

“Tínhamos medo de que, se resistíssemos, isso se tornaria um problema maior. É por isso que optamos por denunciar o caso à polícia”, disse Lukman.

Pelas informações colhidas, apenas uma pessoa saiu do veículo. No entanto, suspeita-se que havia uma mulher no carro e no motorista.

Até agora, este caso foi denunciado à polícia para novas ações.

A administração do posto de gasolina espera que as autoridades possam investigar minuciosamente o incidente e garantir que não haja uso indevido do nome de um cargo ou instituição para pressionar o público.

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