O suspeito do recente tiroteio em massa mais mortal no Canadá, Jesse Van Rootselaar, lutava contra o abuso de drogas, sofria de problemas de saúde mental e frequentemente discutia sobre armas, revelam postagens nas redes sociais.
Em versões arquivadas das postagens relatadas pelo The New York Times e The New York Post, Van Rootselaar disse que eles foram diagnosticados com transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH), transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtorno depressivo maior e transtorno do espectro do autismo.
O jovem de 18 anos falou sobre fumar maconha e tomar psicodélicos, incluindo cogumelos e o alucinógeno apelidado de “veneno de sapo”.
Van Rootselaar supostamente matou 9 pessoas, incluindo sua mãe, 39, e meio-irmão, 11, quando abriram fogo na Escola Secundária Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica, e em uma casa próxima na terça-feira, antes de morrer devido ao que parecia ser um “ferimento autoinfligido”.
O vice-comissário da Polícia Montada Real Canadense, Dwayne McDonald, disse a repórteres em uma entrevista coletiva na quarta-feira que Van Rootselaar, de Tumbler Ridge, era um “homem biológico que há aproximadamente seis anos começou a fazer a transição para mulher”.
Esta é uma história em desenvolvimento – mais a seguir.



