Terça-feira, 3 de fevereiro de 2026 – 04:00 WIB
Bandung, VIVA- O ex-Comandante Geral do TNI TNI (aposentado) Gatot Nurmantyo falou sobre a polêmica sobre a rejeição do Chefe da Polícia Nacional, General Listyo Sigit Prabowo, ao discurso sobre colocar a instituição da Polícia Nacional sob o ministério. Gatot enfatizou que legalmente a posição da Polícia Nacional está claramente subordinada ao Presidente, portanto não há razão para rejeitar esta linha de comando.
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Gatot transmitiu isso quando foi palestrante em um fórum de discussão na Universidade Sangga Buana, quinta-feira, 29 de janeiro. Apreciou que a declaração do Chefe da Polícia Nacional proferida em espaço público tinha o potencial de dar a impressão de que estava a desafiar a autoridade do Presidente como superior directo da Polícia Nacional.
Segundo Gatot, a estrutura de comando de Polri foi estritamente regulamentada na Lei número 2 de 2002 relativa à Polícia Nacional da República da Indonésia.
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“No artigo 8, parágrafo 1, da Lei Policial de 2002, a polícia está sob o comando do Presidente da República da Indonésia. É claro por que seus superiores estão sendo desafiados”, disse Gatot, citado pelo YouTube oficial da Universidade Sangga Buana YPKP.
Ele enfatizou que estes regulamentos deveriam ser as principais diretrizes para todos os níveis da polícia, incluindo a mais alta liderança da instituição.
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Quanto à Lei da República da Indonésia Número 2 de 2002 relativa à Polícia Estatal da República da Indonésia, o Artigo 8 diz: “(1) A Polícia Estatal da República da Indonésia está subordinada ao Presidente. (2) A Polícia Estatal da República da Indonésia é liderada pelo Chefe da Polícia Nacional que, no desempenho das suas funções, é responsável perante o Presidente de acordo com os regulamentos.”
Gatot acredita que esta polêmica não é apenas um debate administrativo, mas diz respeito à disciplina constitucional e à ética do cargo. Como funcionário do Estado, disse ele, o Chefe da Polícia Nacional deve demonstrar conformidade com as decisões políticas do governo e não expressar rejeição aberta que possa desencadear interpretações de conflito.
“Não é apropriado que o Chefe da Polícia Nacional fale assim. É um desafio ao presidente como seu líder”, disse ele.
Lembrou que num sistema democrático, as forças de segurança devem permanecer sob firme controlo civil. Caso contrário, teme-se que surja um poder que opere independentemente do controlo do governo.
“Se uma instituição se sente invulnerável, pode nascer um Estado dentro de um Estado. Um Estado forte deve-se a um controlo civil firme”, disse Gatot.
Preocupado com o impacto nas instituições
Além dos aspectos jurídicos, Gatot também destacou o impacto psicológico para os integrantes da Polri em campo. Segundo ele, as polêmicas da elite têm o potencial de prejudicar a imagem do público e a confiança na instituição policial como um todo.
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Admitiu que fez esta crítica como uma forma de preocupação com a dignidade da Polícia Nacional, bem como com a manutenção da ordem constitucional. Para ele, a lealdade ao Presidente como chefe de Estado e de governo é um princípio básico que não pode ser negociado.



