Alguns dos réus no caso Macron alegaram que os seus comentários eram sátiras, uma defesa que o tribunal negou. Bertrand Scholler, 55 anos, galerista e escritor, disse que apelaria da sentença de seis meses de prisão suspensa.
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“Isso é horrível. É abominável”, disse ele aos repórteres no tribunal. “Isto mostra até que ponto a sociedade francesa está a caminhar em direcção a uma menor liberdade de expressão. A liberdade de expressão já não existe.”
Falando à emissora francesa TF1 na noite de domingo, Brigitte Macron defendeu a sua luta contra os cyberbullies, esperando que fosse um exemplo para outros. Ela disse que os ataques online contra ela pareciam intermináveis e incluíam “pessoas que invadiram meu site fiscal e modificaram minha identidade”.
Ela também lamentou que os seus agressores tenham ignorado as fortes evidências do seu género.
“A certidão de nascimento não é nada. É um pai ou uma mãe que vai declarar o filho, que diz quem ele é ou quem ela é”, afirmou. “Quero ajudar os adolescentes a lutar contra o assédio e, se não der o exemplo, será difícil.”
Reuters
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