Ao abrigo das alterações propostas, o Departamento de Agricultura, Pescas e Florestas regressará a um modelo de recuperação total de custos a partir de 1 de Julho, com a intenção de criar um sistema financiado de forma sustentável, que irá então desencadear taxas mais elevadas para certificados de exportação, auditorias e inspecções após uma década de deficiências do sistema.