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Matheus Cunha já é um jogador-chave para Michael Carrick, mas Carlo Ancelotti agora o ajuda ainda mais em sua experiência no Brasil.
Para um jogador que não parecia ter um papel claro na configuração de Michael Carrick, Matheus Cunha merece um enorme crédito por se tornar invencível.
Ele assumiu a posição do lado esquerdo, seguindo perfeitamente as instruções de Carrick de esticar o jogo e equilibrá-lo, entrando quando necessário.
No entanto, há mais níveis a serem desbloqueados no jogo de Cunha, e o papel que Ancelotti lhe deu pelo Brasil ajudará o Man Utd.
Foto de Marc Atkins/Getty Images
Qual o seu veredicto sobre a temporada de estreia de Matheus Cunha pelo Man United?
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Função dividida de Matheus Cunha como atacante do Brasil
Ancelotti prefere manter as coisas simples em sua configuração e capacita os jogadores a fazerem a diferença ao colocá-los na plataforma corretamente (alguém lembra de Carrick?).
Para o Brasil, o italiano sabia que tinha jogadores que poderiam vencer o drible à vontade, então os colocou em um 4-4-2.
Num jogo recente contra a França, apresentou-se numa dupla de ataque de Vinicius Jr e Cunha como “atacantes”, mas eram atacantes apenas no papel.
Vinicius largou pela esquerda dos dois atacantes e Cunha pela direita, com a missão de esticar o jogo na horizontal e na vertical.
Vinicius foi para o seu meio-campo esquerdo preferido, de onde poderia cortar para dentro com o pé direito mais forte, e Cunha passou a trabalhar pela direita.
Basicamente, o papel de Cunha refletia seu papel no United, só que aumentou ainda mais porque ele não conseguia entrar com o pé mais forte.
Essa função fará com que Cunha mude fundamentalmente seu estilo de jogo, o que será música para os ouvidos de Carrick.
O papel de Cunha no Brasil ajuda Michael Carrick
Cunha continua sendo um atacante interno sob o comando de Carrick, mas é claro que sua melhor posição é onde joga Bruno Fernandes.
Onde o Manchester United terminará a temporada da liga?
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Ele merece crédito por se transformar em um ala tradicional sem posse de bola, e é aí que sua função no Brasil entra em cena.
Jogar no lado direito de um sistema de atacante dividido o força a usar os canais exatos para fazer exatamente as coisas que Carrick deseja de seus jogadores laterais.
Ele está voltando na defesa, chegando à linha de fundo no ataque, ocupando meios-espaços quando não tem a bola, mas seu time está atacando, e entrando na área enquanto acerta chutes à distância.
Carrick não poderia ter pedido um perfil de jogo melhor para Cunha, para prepará-lo e liberá-lo para uma função de ala em sua configuração.
Ancelotti pode estar fora da disputa para se tornar técnico permanente do Man Utd, mas apenas ajudou no caso de Carrick, dando-lhe uma versão ainda melhor de Cunha.
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