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Brad Pitt no filme “F1”.
(Fotos da Warner Bros.)
Nomear esta bagatela de pipoca para melhor filme é bobagem, mas pelo menos não recebeu um aceno de roteiro para um roteiro que é simplesmente: Veja Brad Pitt ir, ir, ir. Mesmo assim, admito que recomendei esse estrondo a todos que queriam uma desculpa para ir até o multiplex. (Dei uma cotovelada em meu tio, um piloto amador, para ir vê-lo meia dúzia de vezes.) Nem uma vez na ‘F1’ parece que estamos investindo no personagem bizarramente construído de Pitt, um fóssil retrógrado com tatuagens brincalhonas da Geração Z. O filme é alimentado pelo puro poder das estrelas e você não pode culpar os eleitores do Oscar por soprarem sua fumaça.



