Milly Alcock não é a primeira atriz a vestir a capa kryptoniana como Supergirl. Ainda assim, a estrela de “Supergirl” disse que está levando Kara Zor-El em sua própria direção e não procurou atrizes do passado da personagem.
“Eles são apenas pessoas vivendo suas vidas”, disse Alcock à Vanity Fair. “Não é como se tivéssemos esse vínculo de sangue.”
A Vanity Fair aponta especificamente para Melissa Benoist, que interpretou Kara na série “Supergirl” da CBS (e mais tarde da CW), e Sasha Calle, que interpretou a Mulher do Amanhã no filme da DCEU “The Flash”. Supergirl também já foi retratada na tela grande em uma apresentação solo antes, interpretada por Helen Slater no filme de 1984 dirigido por Jeannot Szwarc.
Mas a visão de Alcock sobre o personagem (vista no final de “Superman” de 2025) já provou ser única em comparação com as representações anteriores. A destruição de seu planeta natal deixou Kara volátil, com a kryptoniana viajando para planetas com sóis vermelhos para diminuir seus poderes o suficiente para que ela pudesse beber a dor.
“Ela recebeu essa responsabilidade incrível e não sabe como lidar com isso”, disse Alcock. “Então ela meio que se sufoca e parte em uma jornada de autodescoberta.”
“Essa sou eu, cara. Eu sou a bagunça”, ela continuou. “Eu não sou mais a bagunça.”
A entrevista da Vanity Fair foi ao ar no mesmo dia do último trailer de “Supergirl”, dirigido por Craig Gillespie e escrito por Ana Nogueira. O filme adapta a célebre história em quadrinhos de Tom King / Bilquis Evely “Supergirl: Woman of Tomorrow”, uma história no estilo “True Grit” que mostra Supergirl viajando pelo cosmos com a jovem Ruthye (Eve Ridley), que busca vingança contra Krem das Colinas Amarelas (Matthias Schoenaerts) por matar seu pai.
Nos quadrinhos, Supergirl é atraída para a aventura depois que Krem atira e envenena seu super cachorro Krypto enquanto ele é desenergizado pela luz vermelha do sol. O trailer recente confirma que esse também é o caso do filme.
“Ela não está tentando salvar o mundo – ela está apenas tentando salvar o seu próprio”, disse Alcock. “Este filme é um excelente lembrete de que o mundo pode estar desmoronando ao seu redor, mas você pode ser o herói da sua própria história.”



