Quando se trata de alcançar inteligência artificial geral (AGI), grandes modelos de linguagem simplesmente não têm o que é preciso. Modelos como ChatGPT e Claude são ótimos em texto, mas são menos hábeis em compreender como as coisas realmente se movem no espaço e no tempo – uma habilidade essencial para produzir inteligência que generaliza. Acontece que essa lacuna pode ser preenchida por dados de jogos. Essa é a aposta por trás da General Intuition, uma startup sediada em Nova York, apoiada por Bezos, avaliada em US$ 2,3 bilhões que acaba de fechar uma rodada de US$ 320 milhões com Coatue, Eric Schmidt e pesquisadores do MIT e Google DeepMind se juntando à sua lista de investidores.
Neste episódio do podcast Equity do TechCrunch, o CEO da General Intuition, Pim de Witte, se junta a Rebecca Bellan para investigar por que modelos mundiais treinados em dados de jogos podem ser o próximo grande salto na IA física, como a empresa saiu da plataforma de jogos Medal TV e onde estão as linhas vermelhas éticas quando seus modelos podem acabar sendo usados para aplicações de defesa.
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