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Marcus Rashford foi titular em sua primeira partida na Copa do Mundo contra o Panamá, e a imprensa nacional lhe deu total atenção.
Depois de conceder a titularidade a Anthony Gordon nos dois primeiros jogos da Inglaterra, Marcus Rashford foi chamado de volta ao onze titular.
Ele jogou como ponta-esquerda na vitória da Inglaterra por 2 a 0 sobre o Panamá e jogou os 90 minutos inteiros.
Ele mostrou muita qualidade neste jogo que deve levá-lo a começar à frente de Gordon permanentemente agora. Veja como a imprensa nacional o avaliou.
Foto de Ian MacNicol/Getty Images
Qual é a SUA mensagem para Marcus Rashford após a contratação do Barcelona por Anthony Gordon?
O Man Utd deveria usar essa verificação da realidade para tentar trazer Rashford de volta?
Imprensa nacional reage a Marcus Rashford pela Inglaterra
Desde o empate fraco da Inglaterra contra Gana, surgiram dúvidas em torno da seleção conservadora de Tuchel.
O XI foi acusado de ter muitos trabalhadores e pouca qualidade com a bola, então a convocação de Rashford fez sentido.
Ele ameaçou bastante e deixou impressionada a imprensa nacional, que o considerou uma das faíscas mais brilhantes do ataque.
O Telegraph avaliou-o com nota 7/10, chamando-o de “o jogador mais perigoso da Inglaterra”, elogiando-o por aterrorizar o lateral adversário ao criar chances.
O iNews também o avaliou com nota 7/10, dizendo que ele “fez mais em um jogo do que Anthony Gordon em dois” do ponto de vista ofensivo.
Sky também o avaliou com 7/10, chamando-o de “animado”, embora um pouco desperdiçador, mas admitindo que ele definitivamente deu a Thomas Tuchel uma decisão a tomar em relação ao seu lugar à frente de Gordon.
O independente avaliou-o com nota 8/10, elogiando-o por resolver o problema de “passividade” causado por Gordon a partir dos dois últimos jogos.
Rashford encontrou a forma no momento perfeito, aproveitando ao máximo a oportunidade de se posicionar como o provável titular no início das oitavas de final.
Se ele for titular, enfrentará o ex-companheiro de equipe do Man Utd, Aaron Wan-Bissaka, pela República Democrática do Congo, naquele que seria seu desafio mais difícil na Copa do Mundo.
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