A Ginástica Mundial suspendeu na segunda-feira as restrições impostas às competições russas e bielorrussas após a invasão da Ucrânia em 2022.
Reunido no sábado e domingo em Sharm El-Sheikh, o comité executivo do órgão disse num breve comunicado à imprensa que as restrições seriam levantadas “com efeito imediato”.
Isso significa que as ginastas de ambas as nações são livres de regressar à competição sob as suas próprias bandeiras e com os seus hinos, em vez de parecerem neutras.
Podem também competir como equipas, e não como indivíduos, e as estipulações de que não deveriam ter apoiado activamente a guerra na Ucrânia nem ter estado sob contrato com o exército ou com o serviço de segurança foram abandonadas.
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A World Gymnastics não apresentou qualquer justificação para a decisão, o que está em desacordo com as recomendações recentes do COI, que no início deste mês aconselhou as federações internacionais a reintegrarem os bielorrussos, mas não os russos.
A porta está agora aberta para que ginastas russas e bielorrussas se classifiquem para as Olimpíadas de 2028 em Los Angeles.
O judô e a natação também votaram pela reintegração plena dos dois países, enquanto o boxe se limitou a seguir o COI, levantando apenas as restrições aos bielorrussos.
Outras organizações, como a Federação Internacional de Patinagem Artística e o Atletismo Mundial, continuam a excluir totalmente ambos os países das suas competições.
Publicado em 18 de maio de 2026



