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Oscar Schmidt, membro do Hall da Fama do Basquete e ícone brasileiro, morre aos 68 anos

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Oscar Schmidt, membro do Hall da Fama do Basquete e ícone brasileiro, morre aos 68 anos

O membro do Hall da Fama do Basquete, Oscar Schmidt, morreu na sexta-feira. Ele tinha 68 anos.

Apelidado de “Mão Santa”, Schmidt atuou pela seleção brasileira por quase duas décadas, disputando cinco Olimpíadas e quatro Copas do Mundo.

Ele lutou contra um tumor cerebral durante 15 anos, de acordo com um comunicado da sua família, “com coragem, dignidade e resiliência… enquanto continuava a ser um modelo de determinação, generosidade e amor à vida”.

O jogador de basquete brasileiro Oscar Schmidt segura um troféu em Barueri, Brasil, em 15 de março de 1998, por seus 22 anos de jogo profissional. AFP via Getty Images

“Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo.”

Schmidt estreou pela seleção brasileira aos 19 anos, em 1977, disputando todas as Olimpíadas de 1980 a 1996.

Um dos maiores momentos da carreira de Schmidt no basquete aconteceu em 1987, quando ele marcou 46 pontos e levou o Brasil a uma vitória surpreendente sobre os Estados Unidos na final dos Jogos Pan-Americanos.

O brasileiro Oscar Schmidt (14) ultrapassa Scottie Pipen (8), dos Estados Unidos, durante as quartas de final da competição de basquete nos Jogos Olímpicos de Verão do Centenário, em Atlanta, em 30 de julho de 1996. PA

Ele é o maior artilheiro de todos os tempos no basquete olímpico masculino e na Copa do Mundo.

Schmidt foi convocado pelos Nets em 1984, mas optou por jogar profissionalmente no Brasil e na Itália.

Ele se aposentou do basquete em 2003, aos 45 anos.

O homenageado Oscar Schmidt, do Brasil, fala durante a cerimônia de consagração da classe deste ano do Hall da Fama do Basquete, no Symphony Hall em Springfield, Massachusetts, em 8 de setembro de 2013. PA

Após seus dias de jogador, Schmidt foi consagrado no Hall da Fama da Fiba em 2010, no Hall da Fama do Basquete Memorial Naismith em 2013 e no Hall da Fama do Basquete Italiano em 2017.

“O maior jogador da história do basquete brasileiro se despede como símbolo absoluto do esporte, detentor de uma trajetória que redefiniu os limites do que era possível em quadra”, afirmou a Confederação Brasileira de Basquete em comunicado.

“Sua morte encerra uma era. Mas sua grandeza permanece.”

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