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Fiquei chocado com… Três coisas que me surpreenderam na derrota do Man Utd por 2 a 1 contra o Leeds, e uma razão pela qual estou me sentindo positivo

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Fiquei chocado com… Três coisas que me surpreenderam na derrota do Man Utd por 2 a 1 contra o Leeds, e uma razão pela qual estou me sentindo positivo

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Olhando para a derrota do Manchester United para o Leeds, é difícil identificar o que realmente correu bem.

A derrota por 2-1 não foi a forma como imaginávamos o regresso do United após o intervalo de 24 dias, o que foi sem dúvida um factor para o desempenho desleixado.

Aqui estão três coisas que realmente me chocaram sobre a derrota do Manchester United, e uma razão que considerei positiva…

DERROTA para Leeds – Qual é a sua REAÇÃO INSTANTÂNEA?

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Carrick superou taticamente pela primeira vez

A perda me chocou? Não necessariamente. Já vimos o United sair derrotado antes do intervalo. Mas isso foi no governo de Ruben Amorim.

Esta foi a segunda derrota de Michael Carrick e a primeira em casa. O que me chamou a atenção no início não foi apenas a aparência do United, mas taticamente exposto.

Daniel Farke preparou o Leeds com um plano de jogo melhor. Aproveitaram melhor as grandes áreas e fizeram questão de cruzar para a área para testar a defesa do United. Valeu a pena.

O Manchester United foi apanhado de surpresa e, honestamente, o Leeds poderia ter marcado quatro no intervalo. Nós éramos tão ruins.

Foi a primeira vez que vi Michael Carrick e sua comissão técnica serem enganados por um técnico adversário.

Foi surpreendente, para dizer o mínimo. Uma lição a ser aprendida.

Michael Carrick em terno pelo Manchester UnitedFoto de Carl Recine/Getty Images

Você concorda com Michael Carrick – O primeiro gol do Leeds deveria ter sido descartado?

Carrick estava furioso depois do jogo

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Quão desequilibrados pareciam os atacantes do United

Fiquei preocupado e surpreso com o quão hesitantes e desorientados os atacantes do United pareciam no primeiro tempo.

Benjamin Sesko teve uma grande chance de empatar e não conseguiu aproveitar, enquanto Amad nunca parece estar com vontade de marcar atualmente.

Matheus Cunha às vezes parecia ameaçador, mas em pequenas doses, enquanto Bryan Mbeumo não oferecia o suficiente quando entrava.

Como sempre, coube a Casemiro marcar e ele poderia ter feito o segundo. Onde estaríamos sem ele?

Entendo, os jogadores estão afastados há 24 dias, mas eu esperava melhor que isso. De onde vêm os objetivos?

Por que os objetivos secaram? Quem vai fazer uma corrida de pontuação?

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As substituições demoraram muito – por quê?

Este foi um jogo em que Michael Carrick poderia ter precisado de uma ação mais decisiva.

Depois dos piores 45 minutos sob sua gestão até o momento, Carrick não fez alterações no intervalo. Isso foi inesperado.

Eu tinha certeza de que por volta da hora veríamos substituições. Em vez disso, demorou até os 70 minutos.

Carrick olhará para trás e se perguntará se poderia ter feito algo diferente. Parecia um momento em que a indecisão tomou conta e ele depositou muita fé nos jogadores com quem começou.

A assistência de Bruno Fernandes foi a única positiva – Será que vai bater o recorde?

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Do lado positivo – vi algo para ser otimista

OK, vamos terminar com uma nota positiva. Senti que, no final do jogo, o United havia redescoberto algo.

Nos 20-25 minutos finais, o United jogou com fogo, com alguma energia, e defendeu de forma decisiva.

Houve oportunidades de empate e, embora não tenhamos conseguido avançar e resgatar um ponto, foi melhor ver-nos criá-las.

Este jogo foi efetivamente um ‘golpe livre’ para o United. Ainda estamos em terceiro lugar e provavelmente garantiremos a qualificação para a Liga dos Campeões.

Depois do longo intervalo, este foi um jogo para se livrar da ferrugem. E aos 90 minutos, nossos jogadores finalmente voltaram a ganhar velocidade.

Se jogarmos contra o Chelsea como fizemos nos últimos 20 minutos contra o Leeds, ficaremos bem. É esse o espírito com que precisamos de jogar até ao final da temporada.

Se este jogo era para encontrar forma, então a encontramos no final.

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