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Tarik Skubal domina Padres, Nick Pivetta vacila na rotina do dia de abertura dos Tigers

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O arremessador do San Diego Padres, Nick Pivetta, no meio do parto.

SAN DIEGO – O sol pairava preguiçosamente sobre o Petco Park na tarde de quinta-feira, enquanto a esperança, a promessa e a renovação de uma nova temporada da MLB pairavam sobre o estádio como um brilho dourado. O Dia de Abertura oferece uma lousa em branco, como uma onda lavando pegadas na costa.

Mas no terceiro turno, a maré já havia desabado sobre os Padres.

E não havia salva-vidas de plantão para salvá-los.

O arremessador titular do Padres, Nick Pivetta, joga contra os Tigers visitantes no dia de abertura. PA

Era para ser um duelo de arremessadores. Uma luta de pesos pesados ​​​​no monte entre dois ases – Tarik Skubal, o atual vencedor do Cy Young da Liga Americana, e Nick Pivetta, uma força que floresceu tardiamente e que conquistou a relevância do Cy Young da Liga Nacional na temporada passada.

Em vez disso, parecia mais um desenrolar público.

Porque enquanto Skubal esculpia, Pivetta desabou.

Pivetta permitiu seis corridas em sete rebatidas, com quatro eliminações e três caminhadas em sua estreia no Dia de Abertura. Sua ERA depois de lançar apenas três entradas? E gritantes 18h00.

Se a saída de Pivetta pareceu uma tempestade, a de Skubal foi a calma que se segue – controlada, precisa, quase cirúrgica. Ele permitiu apenas uma corrida imerecida sem caminhadas e seis eliminações, permitindo apenas três rebatidas em seis entradas dominantes. Cada arremesso é apresentado com a confiança tranquila de um homem que entende exatamente quem ele é.

E o que ele é… é um dos melhores arremessadores do planeta.

Os Padres nunca tiveram chance. Na verdade.

Seu único lampejo de resistência veio do taco de Ramon Laureano, um home run solo que interrompeu brevemente o inevitável. Uma faísca momentânea em um jogo já engolido pela escuridão.

Todo o resto pertencia a Detroit.

E para Kevin McGonigle, que terminou sua estreia 4 a 5 com dois RBI e duas corridas marcadas – um desempenho tão composto, tão destemido, que foi como ver o futuro chegar antes do previsto.

Há algo de poético em um novato roubando os holofotes no Dia de Abertura. O beisebol sempre foi um jogo que honra seu passado enquanto entrega silenciosamente as chaves para a próxima geração. Na quinta-feira, a passagem da tocha não pareceu sutil. Parecia alto.

O que isso significa

Pivetta pode estar regredindo. Ele eliminou Kerry Carpenter para iniciar o jogo, mas tudo piorou a partir daí. O que se seguiu pareceu um vazamento lento que se transformou em uma inundação. Caminhadas empilhadas. O contato ficou mais alto. A confiança se esgotou.

No momento em que o inning exalou seu último suspiro, os Tigres lideravam por 4-0. E o jogo, para todos os efeitos, já havia acabado.

Kevin McGonigle (7), do Detroit Tigers, acerta uma dobradinha.Kevin McGonigle, dos Tigers, teve uma estreia incrível na MLB na quinta-feira. PA

Quem é gostoso

Um garoto de 21 anos, que mal tinha idade para brindar legalmente sua estreia, entrou no camarote e se apresentou ao esporte com o tipo de audácia que faz os veteranos balançarem a cabeça. McGonigle deu o maior golpe do jogo no primeiro arremesso que viu em sua carreira.

McGonigle fez uma dobradinha de duas corridas na linha de campo direita de Pivetta no primeiro inning. Um golpe limpo e violento que abriu a tarde. Não foi apenas um golpe. Foi uma declaração.

Bem-vindo ao show, Kevin.

Quem não é

Nick Piveta. O homem que estava entre os melhores arremessadores do esporte na temporada passada deveria dar um passo à frente como o ás dominante de San Diego nesta temporada. Em vez disso, ele fracassou no dia de abertura.

Pivetta carregou as bases após aquele strikeout inicial e, em vez de encontrar uma saída, foi mais fundo. Uma caminhada forçada na primeira corrida. Então veio o duplo de McGonigle – um movimento de linha cortante que parecia carregar consigo o peso da inevitabilidade.

Quando ele saiu do jogo, o Tigers estava 6 a 0 e os Padres corriam atrás do placar.

A seguir

Os Padres (0-1) tentarão se livrar da dor na noite de sexta-feira, quando Michael King pegar a bola em sua estreia na temporada. Esperar por ele será outro teste – Framber Valdez, o ás de longa data dos Astros, agora vestindo as cores do Tigers (1-0) após uma mudança fora de temporada que ganhou as manchetes.

Com a implosão de Pivetta na quinta-feira, King poderia assumir o papel de ás dos Padres com um desempenho dominante. Para San Diego, é apenas um jogo. O beisebol sempre irá humilhá-lo e lembrá-lo de virar a página, mas este foi um péssimo começo para a temporada de 2026.

Para os Tigers, isso pareceu um alerta para a Liga Americana: recarregamos as baterias e estamos prontos para disputar o título este ano.

Quarenta e dois anos atrás, os Tigers e os Padres se enfrentaram na World Series de 1984, com o Detroit saindo na frente. Ambas as equipes adorariam se encontrar novamente no Fall Classic deste ano. Eles terão que começar com o Jogo 2 da série de abertura na sexta-feira.

A primeira apresentação está marcada para as 18h40

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