Em uma das muitas cenas excelentes de “Moneyball” – o filme de 2011 que explora o funcionamento interno do Oakland Athletics de 2002 – o gerente geral Billy Beane, interpretado por Brad Pitt, está cada vez mais frustrado com seus olheiros, retratados como um bando de veteranos mais velhos, grisalhos e não exatamente com visão de futuro.
A discussão gira em torno de encontrar jogadores acessíveis para assinar em meio a restrições financeiras e a necessidade de encontrar alguém para substituir os 38 home runs e 120 corridas impulsionadas que Jason Giambi produziu na temporada anterior. O olheiro principal consulta um quadro que lista todos os agentes livres elegíveis e pergunta a Beane quais jogadores estão interessados nele.
“Nenhum deles”, diz Beane, com desdém.
Um batedor falou.



