Durante anos, os laptops da Apple viveram em um mundo de moderação de bom gosto: prata, cinza espacial, talvez o ocasional ouro suave que a Apple chama de luz das estrelas. Funcional, elegante e, dependendo de para quem você perguntar, um pouco chato.
Então, quando a Apple lançou o novo MacBook Neo, uma adição mais leve e econômica à sua linha de laptops, não foi apenas o preço de US$ 599 que chamou a atenção das pessoas. Foram as cores.
Você quer um laptop amarelo? A Apple está apostando nisso.
Relatório de tendências do Mashable
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O Neo chega em quatro tonalidades (blush, índigo, prata e cítrico), transformando uma categoria há muito dominada por tons neutros em algo mais próximo de uma declaração de personalidade. Online, muitos espectadores imediatamente aproveitaram a mudança, comemorando o retorno de um hardware mais brilhante e divertido – mesmo que a opção cítrica em tons amarelos tenha deixado algumas pessoas um pouco divididas.
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A empolgação em torno das cores do Neo também se reflete em uma mudança mais ampla na tecnologia de consumo. Numa era em que telefones, laptops e fones de ouvido parecem cada vez mais iguais, a cor se tornou uma das poucas maneiras pelas quais as empresas podem injetar personalidade em dispositivos que de outra forma seriam padronizados.
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A Apple, notavelmente, costumava se destacar nisso. A linha da empresa no final dos anos 90 e início dos anos 2000 – do iMac G3 colorido ao iBook translúcido – tratava os computadores menos como equipamentos de escritório e mais como objetos pessoais. Com a paleta divertida do Neo e o preço mais baixo, a estratégia parece familiar: fazer com que o laptop pareça acessível, expressivo e especialmente atraente para os alunos.
A internet não quer apenas chips mais rápidos ou bateria com maior duração. Às vezes, ele só quer um laptop que pareça divertido em uma mesa.



