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China condena ataques dos EUA e de Israel ao Irã e pede o fim dos ataques militares

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China condena ataques dos EUA e de Israel ao Irã e pede o fim dos ataques militares

Sábado, 28 de fevereiro de 2026 – 21h42 WIB

Pequim, VIVA – O governo chinês condena os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão e pede a cessação imediata da acção militar.

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Atacando locais civis, o Irã acusa Israel-EUA de violar a Carta da ONU

“A soberania, segurança e integridade territorial do Irão devem ser respeitadas. A China apela à cessação imediata da acção militar”, disse um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês numa declaração escrita no site do Ministério dos Negócios Estrangeiros que foi acedido pela ANTARA em Pequim, no sábado.

No sábado, 28 de Fevereiro, Israel e os Estados Unidos (EUA) lançaram um ataque conjunto ao Irão. O ataque foi o segundo ataque do presidente dos EUA, Donald Trump, após o primeiro ataque da “Operação Martelo da Meia-Noite” ao Irã em junho de 2025.

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A condição dos cidadãos indonésios no Irão após o ataque israelo-americano

Diz-se também que a China está muito preocupada com os ataques militares ao Irão lançados pelos EUA e Israel.

“Pedimos que não haja mais escalada da situação actual, reinicie o diálogo e as negociações e continue os esforços para defender a paz e a estabilidade no Médio Oriente”, afirmou o comunicado.

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Em resposta aos ataques israelenses, o Irã lança mísseis e drones

Trump afirmou que as forças dos EUA lançaram uma operação militar em grande escala contra o Irão para proteger o seu povo, eliminando a ameaça direta do regime iraniano sob a forma de desenvolvimento de armas nucleares.

Trump também prometeu destruir os mísseis do Irão, dizimar a sua indústria de mísseis e acabar com a sua marinha, ao mesmo tempo que reiterou que o Irão não deve ter armas nucleares.

“Destruiremos seus mísseis e arrasaremos sua indústria de mísseis. Ela será completamente, mais uma vez, aniquilada”, disse Trump em um vídeo postado em sua conta Truth Social.

Ele também enfatizou que Washington tomaria medidas contra grupos proxy que, segundo ele, ameaçavam a estabilidade regional. Ele também abordou o uso de IEDs ou bombas nas estradas que, segundo ele, feriram e mataram milhares de pessoas, incluindo americanos.

Trump também reiterou que o Irão não deveria ter armas nucleares.

Anteriormente, no sábado, 28 de Fevereiro, foi noticiado que Israel tinha lançado um ataque preventivo contra o Irão.

O Irã classificou o ataque como uma violação da soberania e do artigo 2, parágrafo 4, da Carta das Nações Unidas (ONU) e prometeu responder e lançar um contra-ataque.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão afirmou num comunicado que os ataques tiveram como alvo infra-estruturas de defesa e locais civis em várias cidades e ocorreram num momento em que Teerão e Washington estavam envolvidos num processo diplomático.

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O ministério sublinhou que o Irão deu prioridade à diplomacia para evitar a guerra, mas “agora chegou a hora de defender a pátria” e que as forças armadas responderiam de “maneira firme e forte”.

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