Domingo, 22 de fevereiro de 2026 – 11h09 WIB
VIVA – O técnico do Persija Jacarta, Mauricio Souza, expressou sua frustração ao ser questionado sobre a falta de minutos de jogo para novos jogadores recrutados no mercado de transferências de meio de temporada da Superliga 2025/2026. Ele enfatizou que as decisões de seleção de jogadores são totalmente baseadas no desempenho e na preparação, e não na pressão externa.
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Persija contratou sete jogadores no meio da temporada, nomeadamente Fajar Fathurrahman, Paulo Ricardo, Shayne Pattynama, Jean Mota, Mauro Zijlstra, Cyrus Margono e Alaeddine Ajaraie. Porém, dos sete nomes, apenas Ajaraie apareceu com mais frequência, com cinco participações, enquanto vários outros ainda tiveram oportunidades mínimas de jogar. Na verdade, Cyrus Margono ainda não estreou com Macan Kemayoran.
Esta situação levou a apelos de alguns adeptos para que os novos jogadores recebessem imediatamente mais minutos de jogo. Respondendo a isso, Souza afirmou que só ele conhece o estado geral e a preparação dos jogadores.
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Goleiro do Persija Jacarta, Cyrus Margono
Foto:
- ANTARA/HO/PERSIJA JACARTA
“Já faz algum tempo que todo mundo só fala em novos jogadores. Parece que todos os novos jogadores que chegaram são melhores do que os jogadores que já estão aqui”, disse Souza, à assessoria de imprensa, sábado, 21 de fevereiro de 2026.
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Acrescentou que a decisão de contratar um jogador não foi para atender às demandas de uma determinada parte, mas sim baseada na avaliação técnica diária.
“Quem está com eles todos os dias sou eu. Quem sabe as condições quando eles chegam sou eu. E quem vai determinar o momento da estreia sou eu”, sublinhou o treinador brasileiro.
Souza também pediu a quem questionou sua política que entendesse a condição dos jogadores antes de ingressar no Persija. Ele citou Jean Mota, que precisava de um tempo de adaptação, e Shayne Pattynama, que competia com Dony Tri Pamungkas.
O novo jogador do Persija Jakarta, Shayne Pattynama
“Pattynama é um grande jogador. Dony também. E não há razão para eu colocar Dony no banco para satisfazer seu desejo de ver novos jogadores em campo. Dony é provavelmente um dos jogadores mais regulares do meu time”, disse ele.
O técnico de 51 anos enfatizou que nenhum jogador seria rebaixado só por ser um grande nome. Segundo ele, todas as decisões são baseadas na prontidão e nas contribuições reais na área.
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“Acredito muito no meu grupo. Ninguém vai jogar por causa de grandes nomes. Eles vão jogar por causa do desempenho”, finalizou.



