Então aqui estamos nós de novo, apanhados na inundação interminável e lenta da mitologia cinematográfica do Drácula, agora com a visão pálida, derivada, obedientemente saltitante de períodos de tempo de Luc Besson, diferente, mas não realmente nova, da lenda dos vampiros. O filme, grande surpresa, quer ser mais “romântico” do que horrível (meu sarcasmo vem do fato de que esta é realmente uma categoria inteira de filme de Drácula, que remonta à versão de Frank Langella de 1979). Venha pelas presas, fique pelos desmaios. Como diziam as crianças, BFD.
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