O presidente Trump afirmou na quinta-feira que os líderes teocráticos do Irão “querem conversar, e nós conversaremos”, após semanas de manifestações que abalaram a República Islâmica.
Trump fez os comentários durante declarações numa cerimónia no Fórum Económico Mundial em Davos, Suíça, estabelecendo um Conselho Internacional de Paz destinado a supervisionar o cessar-fogo entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza.
O presidente Trump fala durante uma sessão sobre sua iniciativa Conselho de Paz na Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, quinta-feira, 22 de janeiro de 2026. PA
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, mostra-o gesticulando durante uma reunião com o povo em Teerã em 17 de janeiro de 2026. KHAMENEI.IR/AFP via Getty Images
No fim de semana passado, Trump apelou publicamente a uma nova liderança no Irão, acusando o aiatolá Ali Khamenei da “destruição completa do país e do uso de violência em níveis nunca vistos antes”.
O presidente avisou em 2 de Janeiro que os EUA estavam “preparados e carregados e prontos para partir” se o Irão começasse a matar indiscriminadamente manifestantes que saíssem às ruas a partir de 28 de Dezembro em resposta à espiral económica do país.
Apesar dos relatos de que dezenas de milhares de pessoas foram de facto massacradas nas ruas pelas forças paramilitares de Teerão, Trump recuou nas ameaças de atacar o Irão depois de o regime ter dito que suspenderia os planos para realizar execuções em massa.



