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Embaixada dos EUA pede às empresas de Cingapura ‘presentes maiores’ para o Semiquincentenário; Cingapura avalia convite para o Conselho de Paz de Trump: notícias ao vivo de Cingapura

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Singapura foi convidada a juntar-se ao Conselho de Paz proposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e está a avaliar a oferta, afirma o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MFA). (Foto: REUTERS/Kevin Lamarque)

(REUTERS/Reuters)

Singapura foi convidada a juntar-se ao Conselho de Paz proposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros. As autoridades disseram que o convite está sob avaliação.

O conselho concentrar-se-ia nas regiões afectadas por conflitos e na reconstrução pós-guerra, começando por Gaza. O seu âmbito não se limita a uma única zona de conflito.

A adesão envolve contribuições financeiras, com assentos de longo prazo vinculados a pagamentos de pelo menos US$ 1 bilhão. Singapura não indicou se procuraria tal papel.

O MFA disse que Singapura prefere contribuir de forma construtiva sem ocupar posições de liderança proeminentes. Isto está alinhado com a sua abordagem diplomática de longa data.

Vários outros países ainda não responderam, enquanto alguns líderes recusaram completamente. A estrutura do conselho continua a ser um ponto-chave de incerteza.

Explicador: “Conselho de Paz” de Trump

O que é o “Conselho de Paz” de Trump?

O Conselho da Paz é um órgão internacional proposto iniciado pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump. Destina-se a abordar conflitos globais e a supervisionar a reconstrução pós-conflito, inicialmente ligada a Gaza, mas com um mandato mais amplo.

Quem lideraria o Conselho de Paz?

Trump presidiria o conselho. De acordo com o estatuto proposto, ele teria autoridade significativa sobre os termos de adesão e expulsões, sujeito a uma votação de dois terços do conselho.

Como funciona a adesão?

Os países podem aderir por um período padrão de três anos. Aqueles que contribuem pelo menos US$ 1 bilhão no primeiro ano podem se qualificar para associação de longo prazo ou permanente.

Por que a taxa de US$ 1 bilhão é controversa?

Os críticos dizem que a taxa poderia dar às nações mais ricas uma influência desproporcional. Alguns aliados questionaram se as contribuições financeiras deveriam determinar o poder de tomada de decisão.

Como isso é diferente das Nações Unidas?

Trump posicionou o conselho como uma alternativa às instituições multilaterais existentes, que criticou como ineficazes. Ao contrário da ONU, o conselho não se basearia em quadros de governação internacional estabelecidos.

Quais países foram convidados?

Vários países, incluindo Singapura, receberam convites. Vários governos ainda estão avaliando a proposta.

Alguém se recusou a aderir?

Sim. O presidente francês, Emmanuel Macron, recusou o convite, alegando reservas sobre a estrutura e o papel do conselho.

Qual é a posição de Singapura?

Singapura confirmou que está avaliando o convite. O MFA disse que Singapura prefere contribuir de forma construtiva sem ocupar posições de destaque.

O Conselho de Paz já está operacional?

Não. O conselho continua sendo uma proposta, com sua estrutura, financiamento e adesão ainda em discussão.

O que acontece a seguir?

O futuro do conselho depende de um número suficiente de países concordarem em participar e comprometerem-se com financiamento. Mais detalhes são esperados caso a proposta ganhe força.

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