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Grupos separatistas curdos armados tentaram entrar no Irão vindos do Iraque nos últimos dias, alimentando receios de que a crescente agitação no país tenha atraído perigosos militantes estrangeiros que poderiam desestabilizar toda a região, segundo relatos.
Autoridades iranianas disseram que a tentativa de violação ocorreu em meio a uma ampla repressão aos protestos em todo o país contra o regime do país, com o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) liderando a resposta, informou a Reuters.
A Agência de Notícias Tasnim também informou que grupos de milícias armadas que operam no Iraque cruzaram a fronteira no oeste e noroeste do Irão, de acordo com o Middle East Monitor.
PRINCIPAL OFICIAL IRANIANO BAIXA O NÚMERO DE MORTES, RESPONSABILIZA A ‘TRAMA ISRAELITA’ ENQUANTO OS EUA CONSIDERAM ATAQUES
Combatentes curdos Peshmerga se reúnem ao norte de Kirkuk, no Iraque. (Reuters)
A Reuters informou que três fontes, incluindo um alto funcionário iraniano, disseram que a agência de inteligência da Turquia, conhecida como MIT, alertou o IRGC que combatentes curdos estavam tentando cruzar a fronteira Irã-Iraque.
A autoridade iraniana disse que também eclodiram confrontos após a tentativa de travessia e acusou os combatentes de tentarem explorar a agitação e criar ainda mais instabilidade.
Segundo o Conselho de Relações Exteriores, cerca de 30 milhões de curdos vivem no Médio Oriente e principalmente no Irão, Iraque, Síria e Turquia.
TRUMP DIZ QUE O IRÃ ‘COMEÇA A’ CRUZAR AS LINHAS VERMELHAS DOS EUA ENQUANTO OS MANIFESTANTES MORREM NA REPRESSÃO DO GOVERNO
Separatistas curdos tentaram cruzar o Irã a partir do Iraque em meio a protestos. (Mustafa Ozer/AFP via Getty Images)
A Turquia designou grupos militantes curdos no norte do Iraque como organizações terroristas e realizou operações militares transfronteiriças contra eles. Os militares turcos também atacaram bases do PKK no Iraque.
Em 2025, o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) disse que iria desarmar-se e pôr fim à sua batalha de décadas contra a Turquia.
A Reuters disse que o MIT e o gabinete do presidente Recep Tayyip Erdoğan não comentaram a travessia do Irão, embora tenham alertado que qualquer interferência no Irão iria inflamar crises regionais.
‘DEIXE O IRÃ AGORA’: EMBAIXADA DOS EUA POSTA AVISO AOS AMERICANOS AINDA NO PAÍS
Iranianos participam de um protesto antigovernamental, em 9 de janeiro, em Teerã, Irã. (UGC via AP)
As autoridades iranianas alegaram que os combatentes foram enviados do Iraque e da Turquia e disseram que o regime iraniano pediu a ambos os governos que parassem qualquer transferência de combatentes ou armas para o Irão.
O número de mortes durante a repressão aos manifestantes aumentou para pelo menos 2.571 na quarta-feira, conforme relatado pela Agência de Notícias dos Ativistas dos Direitos Humanos.
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Enquanto isso, o presidente Donald Trump disse na quarta-feira que foi informado de que as matanças estavam parando e que acredita que atualmente não há plano para execuções em grande escala.
Questionado sobre quem lhe contou, Trump disse que eram “fontes muito importantes do outro lado”.
O Irã fechou seu espaço aéreo para a maioria dos voos na quarta-feira, de acordo com o site de rastreamento de voos Flightradar24, com o fechamento durando pouco mais de duas horas.
Emma Bussey é redatora de notícias de última hora da Fox News Digital. Antes de ingressar na Fox, ela trabalhou no The Telegraph com a equipe noturna dos EUA, em áreas que incluíam relações exteriores, política, notícias, esportes e cultura.



