Quarta-feira, 7 de janeiro de 2026 – 15h48 WIB
VIVA – O motivo da declaração de Ruben Amorim ao mencionar Thomas Tuchel, Antonio Conte e José Mourinho na sua última conferência de imprensa como treinador do Manchester United foi finalmente revelado.
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Anteriormente, o empate em 1 a 1 com o Leeds United no último fim de semana foi considerado o momento decisivo que fez a direção dos Red Devils decidir demitir Amorim na manhã desta segunda-feira.
No entanto, o último relatório afirma que esta decisão foi preparada muito antes do jogo acontecer.
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Embora o acionista minoritário do Manchester United, Sir Jim Ratcliffe, tenha afirmado que Amorim merece a oportunidade de completar o seu contrato até 2027, os dirigentes do clube estão a planear separar-se do treinador de 40 anos.
O empate diante do Leeds só ampliou o péssimo histórico de Amorim, que somou três vitórias nas últimas 11 partidas na Premier League.
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Esta situação é agravada pela ausência de progressos significativos nos antigos problemas que levaram o Manchester United a registar o seu pior resultado na temporada 2024/2025 da Premier League. Com isso, o clube novamente teve que começar do zero para encontrar um substituto, com mais de 20 nomes de treinadores começando a ser vinculados.
No entanto, um aspecto que enfraquece a posição de Amorim é o tom pessimista que continua a exibir, inclusive na sua última conferência de imprensa. Nesta ocasião, Amorim afirmou abertamente: “Sei que o meu nome não é Thomas Tuchel, Antonio Conte ou José Mourinho, mas sou treinador”.
Recentemente, vários relatos da mídia britânica afirmaram que os três grandes nomes foram de fato usados como comparações internas pelo clube para questionar a capacidade de Amorim de falar de forma muito crítica. Isto indica que a menção dos nomes Tuchel, Conte e Mourinho não foi uma coincidência, mas uma resposta direta à pressão que sentiu.
Ao longo do seu mandato, Amorim demonstrou muitas vezes uma atitude sombria. Ele até classificou o atual elenco do Manchester United como o pior da história do clube, poucos meses depois de ser nomeado em novembro de 2024.
A sua recusa em mudar a sua abordagem táctica num contexto de resultados que não melhoraram reforçou ainda mais esta imagem negativa.
Agora, o Manchester United enfrenta novamente grandes questões sobre a direção futura do clube. Desde a reforma de Sir Alex Ferguson em 2013, oito gestores permanentes tiveram sucesso, mas nenhum foi capaz de proporcionar sucesso a longo prazo.
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Uma série de opções começam a ser discutidas, desde soluções de curto prazo, como o regresso de Ole Gunnar Solskjaer, até dar oportunidades a figuras internas como Michael Carrick ou Darren Fletcher. No entanto, esta escolha é considerada arriscada se depender apenas da nostalgia e da proximidade emocional, sem um plano claro de longo prazo.



